Desafio BNDES Fintech oferece R$ 100 mil em prêmios às soluções inovadoras para o mercado financeiro, relacionadas à facilitação e promoção do acesso ao crédito.
Webinar apresenta estratégias para aumentar vendas
Webinar gratuito ajuda empresas a lidar com a inadimplência e aumentar as vendas. Empreendedores poderão participar do encontro online “Estratégias para vender mais e driblar a inadimplência”, a ser realizado pela Serasa Experian no dia 25 de julho de 2018, às 10h.
XVIII Encontro Brasileiro de Finanças
A Sociedade Brasileira de Finanças (SBFin) organiza o XVIII Encontro Brasileiro de Finanças, a ser realizado em São Paulo, nos dias 19 a 21 de julho de 2018. Read more
Importância da Governança Corporativa na gestão empresarial
A Governança Corporativa pode ser definida como o conjunto de boas práticas de gestão para assegurar que o comportamento dos administradores esteja sempre alinhado aos objetivos da empresa. Está baseada no tripé: transparência, contabilidade confiável e responsabilidade social nos negócios. Artigo elaborado por Rone Antônio de Azevedo, especialista em Finanças.
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Câmara aprova projeto da duplicata eletrônica
Câmara aprova projeto que regulamenta a emissão da duplicata eletrônica. A proposta pretende evitar fraudes e agilizar a negociação desses títulos de crédito. A taxa máxima que poderá ser cobrada para o registro será R$ 1 (um real) por duplicata.
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Guia Perguntas e Respostas da Pessoa Jurídica 2018
A Receita Federal publicou a edição 2018 do guia Perguntas e Respostas da Pessoa Jurídica, a qual incorpora as atualizações de legislação ocorridas até 31 de dezembro de 2017. Usuários cadastrados no site GEDAF podem baixar o documento. Read more
Dia D ContaAzul
O Dia D ContaAzul é um evento gratuito para contadores que buscam atualização diante das mudanças do mercado. Serão apresentados exemplos reais de empresários contábeis, permitindo conhecer formas de trabalhar com organização e produtividade, liberando tempo para estar mais próximo dos clientes, criando oportunidades de crescimento para a empresa contábil. O encontro em Goiânia será realizado em 28 e 29 de junho de 2018.
Oganizadora
ContaAzul é uma plataforma de gestão online que integra o dono do negócio à contabilidade, economizando tempo e reduzindo o operacional dos dois lados. Acreditamos que o profissional contábil tem papel fundamental no sucesso dos clientes e, assim, alavanca o empreendedorismo no Brasil. A ContaAzul ajuda seus clientes a organizarem seu negócios e seu financeiro, centralizando informações em uma única plataforma e automatizando rotinas com integrações com governos, bancos e parceiros, oferecendo uma visão geral do negócio. Através da mais moderna tecnologia de integração contábil, contadores e clientes acessam relatórios sempre atualizados. Assim, pequenos empresários e contadores ganham tempo para se dedicar ao que realmente importa: o crescimento e o sucesso de suas empresas.
Agenda
Goiânia, GO, 28/06 – 29/06 de 2018
Sescon GO – Rua 107, 23 qd F-22 Lt. 3 – St. Sul, Goiânia
Inscrições e Outras Informações
Clique aqui para acessar à página das inscrições.
Programação
Dia 28/06
13h30 – Credenciamento
14h00 – Palavra do presidente / Abertura
14h15 – Transformação do mercado contábil
Anderson Hernandes
15h00 – Clientes mais organizados e contabilidade mais produtiva
Nelson Boing
15h45 – Programa de contadores parceiros
Gabriel Manes
16h15 – Coffee
16h45 – Clientes satisfeitos e valorização do contador
Robson Cavalcanti
17h30 – Painel com os palestrantes
Gabriel Manes
18h30 – Happy hour e networking
21h00 – Encerramento
Dia 29/06
No segundo dia de evento será oferecido o treinamento gratuito com foco em certificar o escritório no conceito da contabilidade digital e no ContaAzul, processo de digitalização. A equipe ContaAzul trará exemplos práticos de como dar os primeiros passos para aproveitar a tecnologia na transformação digital de seu escritório.
8h30 – Turma 1
13h30 – Turma 2
18h30 – Turma 3
Fonte: ContaAzul, acesso em 24/05/2018.
Concentração bancária e spread no Brasil
Concentração bancária e falta de competição não são maiores causas do alto spread, alega Febraban
O presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Murilo Portugal, negou que a concentração bancária e a falta de competição entre os bancos sejam as maiores responsáveis pelo alto spread praticado no país. O spread, diferença entre os juros cobrados pelo banco ao emprestar e a taxa que ele paga ao captar dinheiro, foi tema de audiência da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) no Senado, realizada na terça-feira (24/04/2018).
O representante da Febraban citou levantamento do Banco Central, mostrando que a inadimplência é o componente de maior peso:
— Temos que considerar, na verdade, não a taxa de inadimplência em si, mas seu custo. No Brasil, mesmo para os créditos com garantia, a taxa de recuperação é baixa. Só conseguimos recuperar 16% dos valores garantidos e somente quatro anos depois de iniciada a cobrança […] Para reduzir o spread, temos que fazer uma reforma no ambiente de crédito para reduzir custos da inadimplência, de impostos e outros — explicou o presidente da Febraban.
Concentração Setorial
Murilo Portugal disse ser uma meia verdade o que se diz a respeito da concentração bancária no país. Ele lembrou que o setor é intensivo e concentrado no mundo inteiro.
Levando em conta os cinco maiores bancos do país, o Brasil está em quinto lugar num ranking de concentração.
— Uma parte disso se explica pela alta presença dos bancos públicos, que têm 54% do mercado de crédito brasileiro e atuam muito fortemente nos setores imobiliário e rural. Se excluirmos essas duas áreas, o Brasil cai do quinto para o oitavo lugar — ponderou Murilo Portugal.
Em relação à competição, o presidente da Febraban afirmou que as instituições são sim a favor da concorrência. Segundo ele, se o mercado nacional não fosse competitivo, a principal evidencia disso seria o lucro muito maior que o de outros setores da economia.
Segundo Portugal, a rentabilidade do setor bancário no país está em posição intermediária na comparação com outros ramos.

Murilo Portugal negou a informação de que a arrecadação das instituições com cobranças de tarifas bancárias já seria o suficiente para pagar o salários dos funcionários. Ele afirmou que, em dezembro de 2017, os bancos receberam R$ 44,2 bilhões com tarifas, enquanto, no mesmo mês, as despesas de pessoal foram R$ 121 bilhões.
— As pessoas consideram que R$ 70 de tarifa por mês é absurdo. Mas em São Paulo, quando damos o carro para o manobrista, pagamos R$ 25 por uma ou duas horas. Achamos isso normal, mas ninguém acha normal pagar ao banco para guardar o dinheiro durante um mês — comparou.
Desconfiança
Os argumentos da Febraban não convenceram os senadores Ataídes Oliveira (PSDB-TO), Flexa Ribeiro (PSDB-PA) e Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), que, na fase de debates, insistiram em questionar a alta margem de lucro das instituições, obtido em parte com a cobrança de juros elevados dos clientes.
— Lamento a necessidade de ter que se instalar uma CPI para investigar os juros elevadíssimos dos cartões de crédito. Reuniões como essa já foram realizadas e nenhuma surtiu efeito efetivo. Vamos discutir isso novamente na CPI. Precisamos ter dinheiro a juros decentes nas mãos dos consumidores e empresários — afirmou Ataídes, que é presidente da comissão de inquérito.
Educação Financeira
O senador Cristovam Buarque (PPS-DF), por sua vez, lembrou que o cenário se torna especialmente complicado porque no Brasil existe uma “voracidade no consumo e uma anorexia na poupança”, visto que o brasileiro tende a consumir demais e a poupar pouco.
— Até nisso a educação é importante. Neste caso, a educação financeira. Se todos os brasileiros passassem um mês sem usar cartão de crédito ou sem pedir dinheiro emprestado, a taxa de juros cairia — afirmou.
Autor do pedido para a realização da audiência, o senador Armando Monteiro (PTB-PE) afirmou que recuperação da economia brasileira está ocorrendo de forma lenta porque o crédito, que é o motor da economia, ainda é muito caro e difícil, tanto para as famílias quanto para as empresas.
— O que vemos é um crédito que não vem cumprindo o papel que deveria cumprir. E isso se dá porque temos taxas de juros desestimuladoras para o ambiente econômico — avaliou.
Cadastro Positivo
Convidados e senadores concordaram com a necessidade de a Câmara aprovar o quanto antes o projeto de lei que viabiliza o cadastro positivo de consumidores. A proposta já passou pelo Senado no ano passado.
— A competição vai aumentar se mais instituições tiverem acesso às informações. Informação é poder adicional de mercado para quem concede crédito. Se houver informação, o competidor pode fazer ofertas mais agressivas — opinou o professor da PUC-Rio Vinícius Carrasco.
Para o diretor de relações institucionais do Nubank, Bruno Nagrani, o cadastro positivo tem potencial de impacto impressionante, especialmente para as instituições menores, que não têm nem de perto o mesmo nível e riqueza de informações que os grandes bancos têm.
— Se não tenho essa informação sobre o risco de cada cliente, vou assumir que os juros serão mais altos — afirmou.
O Nubank é uma Fintech, sigla em inglês (finance and tecnology) para representar empresas de tecnologia que oferecem serviços financeiros.
Fonte: Agência Senado, acesso em 26/04/2018.
Congresso ANEFAC 2018: Inteligência Artificial nos Negócios
O 20º Congresso ANEFAC 2018 discutirá a Inteligência Artificial e seus impactos social, econômico e político. Tradicional entre os executivos de Finanças, Administração e Contabilidade, o evento aborda questões da economia mundial e antecipa temas chaves de interesse das diversas companhias. Read more
