Comunicado Oficial do GEDAF Finanças & Empreendedores

outubro 1, 2019

Comunicado Oficial do GEDAF Finanças & Empreendedores

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Atenciosamente,

GEDAF Finanças & Empreendedores

Goiânia, 1º de outubro de 2019.

 

TST rejeita cumulação dos adicionais de insalubridade e periculosidade

setembro 29, 2019

A Subseção I Especializada em Dissídios Individuais (SDI-1) do Tribunal Superior do Trabalho – TST decidiu que não é possível o recebimento cumulativo dos adicionais de insalubridade e de periculosidade, ainda que decorrentes de fatos geradores distintos e autônomos.

A decisão, por maioria, foi proferida em 26/06/2019 no julgamento de incidente de recurso repetitivo, e a tese jurídica fixada será aplicada a todos os casos semelhantes.

Caso julgado

O caso julgado teve início na reclamação trabalhista proposta por um agente de tráfego da American Airlines que pedia o pagamento dos dois adicionais. Ele sustentou que, por executar serviços de pista, como o acompanhamento do abastecimento, do reboque e do carregamento das aeronaves, tinha direito ao adicional de periculosidade. Além disso, disse que ficava exposto também aos ruídos emitidos pelo funcionamento das turbinas dos aviões, o que caracterizaria insalubridade.

O juízo da 9ª Vara do Trabalho de Guarulhos (SP) deferiu apenas o adicional de periculosidade, por considerá-lo mais favorável ao empregado, e rejeitou o pedido de cumulação. O entendimento foi mantido pelo Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (SP), que fundamentou sua decisão no parágrafo 2º do artigo 193 da CLT. Segundo o dispositivo, o empregado nessa circunstância pode optar por um dos adicionais.

No Tribunal Superior do Trabalho, a Oitava Turma rejeitou o recurso do empregado, por entender que a decisão do TRT estava alinhada com a jurisprudência do TST. Ele então interpôs embargos à SDI-1.

Recurso repetitivo

Em outubro de 2017, a SDI-1 decidiu acolher a proposta de instauração de Incidente de Recurso Repetitivo apresentada pelo ministro Agra Belmonte, que verificou a existência de decisões divergentes a respeito da matéria entre as Turmas do TST.

O ministro Vieira de Mello, relator do incidente, determinou a publicação de edital e a expedição de ofícios aos TRTs e ao Ministério Público do Trabalho e de carta-convite a pessoas, órgãos e entidades para manifestação, como determina a sistemática dos recursos repetitivos.

Vedação à cumulação

Prevaleceu, no julgamento, o voto do ministro Alberto Bresciani. De acordo com a tese jurídica fixada, o artigo 193, parágrafo 2º, da CLT foi recepcionado pela Constituição da República e veda a cumulação dos adicionais de insalubridade e de periculosidade, ainda que decorrentes de fatos geradores distintos e autônomos.

A corrente do relator, ministro Vieira de Mello, ficou vencida. Segundo seu voto, o dispositivo da CLT estaria superado pelos incisos XXII e XXIII do artigo 7º da Constituição da República, que tratam da redução dos riscos inerentes ao trabalho e do adicional de remuneração para as atividades penosas, insalubres ou perigosas. Ainda de acordo com o ministro, a vedação à cumulação contraria a Convenção 155 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), relativa à segurança e à saúde dos trabalhadores.

(DA/CF)

Processo: IRR-239-55.2011.5.02.0319


Fonte: TST, 27/09/2019.

Comentário do Eng. Seg. Trabalho Rone Antônio de Azevedo (29/09/2019)

A decisão histórica do TST permitirá que seja aplicada a todos os casos julgados na mesma condição, balizando as decisões nos julgamentos em outros tribunais regionais no Brasil.

O adicional de periculosidade geralmente implica em valor maior do que o adicional de insalubridade, posto que o primeiro é calculado com base na alíquota de 30% sobre a remuneração enquanto a segundo é fixado sobre o salário mínimo vigente na região, limitado à alíquota de 40%. As alíquotas de insalubridade são fixas em três patamares – 10%, 20% e 30% – conforme a gravidade da exposição seja considerada leve, moderada ou elevada.

Os parâmetros de insalubridade são definidos na norma regulamentadora NR 15 – Atividades e Operações Insalubres (MTB, 2018), incluindo ruído, calor, frio, umidade, radiações ionizante e não ionizante, condições hiperbáricas, vibração, agentes químicos e biológicos, poeiras minerais. As situações de perigo estão caracterizadas na NR 16 – Atividades e Operações Perigosas (MTB, 2015), abrangendo manuseio de explosivos, inflamáveis, segurança pessoal ou patrimonial, energia elétrica, motocicleta e radiações ionizantes.

Os adicionais de insalubridade e periculosidade são estabelecidos a partir de laudo técnico elaborado por engenheiro de segurança do trabalho ou médico do trabalho. Os profissionais verificam as condições nocivas e riscos à integridade física dos trabalhadores em determinada atividade realizada no local de trabalho. Devem ser observadas as características da exposição e critérios aplicáveis das normas regulamentadoras NR 15 e NR 16.

A decisão do TST beneficia as empresas, pois poderão evitar gastos extras com o pagamento de dois adicionais cumulativos e seus reflexos. Implicará, evidentemente, em perda financeira para o trabalhador duplamente exposto à condição insalubre e perigosa. Contudo, a regulamentação sobre Saúde e Segurança no Trabalho no Brasil precisa evoluir e eliminar definitivamente o pagamento desse tipo de adicional, pois o país é um dos poucos que ainda admite esse tipo de compensação.

É preciso estimular o aperfeiçoamento do controle e gerenciamento dos riscos nas empresas quando houver exposição dos trabalhadores a agentes comprovadamente nocivos ou perigosos.

Além de ser antiético ao contrariar os princípios do trabalho digno, o pagamento de adicionais pressupõe a compensação financeira pela degradação progressiva da saúde do trabalhador exposto a tais riscos, semelhante ao princípio poluidor-pagador adotado em gestão ambiental.

Saiba mais

Leia o livro “ESTÁ TUDO SOB CONTROLE? A Segurança do Trabalho nas Organizações”, escrito pelo Eng. Seg. Trabalho Rone Antônio de Azevedo.

Leitura recomendada

LV Está Tudo sob Controle CAPA_Impresso_190924A1

Índice DJSI avalia as empresas mais sustentáveis do mundo em 2019

setembro 18, 2019

Os resultados do Dow Jones Sustainibility Index – DJSI (Índice de Sustentabilidade Dow Jones) foram divulgados em 13 de setembro de 2019. Esse índice internacional possibilita conhecer as empresas mais sustentáveis do mundo, as líderes globais em 61 setores econômicos, considerando seu desempenho avaliado por indicadores econômicos, ambientais e sociais.

O índice internacional DJSI classifica e posiciona o ranking as empresas mais sustentáveis do mundo, as líderes globais em 61 setores econômicos, considerando os resultados do seu desempenho em relação aos seguintes indicadores e categorias:

  • Econômicos: Gestão da Cadeia de Suprimentos; Gestão da Inovação; Governança Corporativa.
  • Ambientais: Ecoeficiência Operacional; Estratégia de Baixo Carbono; Estratégia para Mudanças Climáticas.
  • Social: Saúde e Segurança Ocupacional; Atração e Retenção de Talentos; Desenvolvimento do Capital Humano.

Os responsáveis pelo elaboração e divulgação do DJSI são as entidades S&P Dow Jones Index (S&P DJI), um dos principais provedores de índices financeiros do mundo para o mercado de capitais norte-americano, juntamente com o SAM, unidade de negócios da RobecoSAM, especializada no fornecimento, classificações e benchmarking de dados ambientais, sociais e de governança – Environmental, Social and Governance (ESG).

Nenhuma empresa brasileira está posicionada entre as líderes globais de sustentabilidade.

Lista das empresas mais sustentáveis do mundo em 2019

1. Aeroespacial e Defesa: Leonardo SpA
2. Companhias aéreas: Air France – KLM
3. Alumínio: Alcoa Corp
4. Componentes automotivos: Pirelli & Co SpA
5. Automóveis: Peugeot SA
6. Bancos: Banco Santander SA
7. Bebidas: Thai Beverage PCL
8. Biotecnologia: Biogen Inc
9. Produtos para construção: Owens Corning
10. Cassinos e jogos: Star Entertainment Grp Ltd
11. Produtos químicos: PTT Global Chemical PCL
12. Carvão e combustíveis consumíveis: Banpu PCL
13. Serviços e suprimentos comerciais: Waste Management Inc
14. Equipamentos de comunicação: Cisco Systems Inc
15. Computadores e periféricos, e eletrônicos de escritório: Hewlett Packard Enterprise Co
16. Construção e engenharia: Ferrovial SA
17. Materiais de construção: Grupo Argos SA/Colombia
18. Recipientes e embalagens: BillerudKorsnas AB
19. Serviços diversificados ao consumidor: nenhuma empresa classificada
20. Serviços financeiros diversificados e mercado de capitais: UBS Group AG
21. Utilidades elétricas: Terna Rete Elettrica Nazionale SpA
22. Componentes e equipamentos elétricos: Signify NV
23. Equipamentos, instrumentos e componentes eletrônicos: Delta Electronics Inc
24. Equipamentos e serviços energéticos: Saipem SpA
25. Varejo de alimentos e grampos: CP ALL PCL
26. Produtos alimentícios: Thai Union Group PCL
27. Utilitários de gás: Naturgy Energy Group SA
28. Equipamentos e suprimentos de saúde: Abbott Laboratories
29. Prestadores de cuidados de saúde e serviços: Cigna Corp
30. Construção de casas: Sumitomo Forestry Co Ltd
31. Hotéis, resorts e linhas de cruzeiro: Hilton Worldwide Holdings Inc
32. Utilidades domésticas: Arcelik AS
33. Produtos para o lar: Colgate-Palmolive Co
34. Conglomerados industriais: SK Holdings Co Ltd
35. Seguros: Allianz SE
36. Mídia interativa, serviços e entretenimento doméstico: Alphabet Inc
37. Serviços de TI: Atos SE
38. Equipamentos e produtos de lazer e eletrônicos: LG Electronics Inc
39. Ferramentas e serviços de ciências biológicas: Agilent Technologies Inc
40. Máquinas e equipamentos elétricos: CNH Industrial NV
41. Mídia, filmes e entretenimento: Telenet Group Holding NV
42. Metais e mineração: Teck Resources Ltd
43. Concessionárias de utilidades múltiplas e água: Engie SA
44. Refino de óleo e gás e marketing: Thai Oil PCL
45. Armazenamento e transporte de petróleo e gás: Enagas SA
46. Upstream de Óleo e gás e integração: PTT Exploration & Production PCL
47. Papel e produtos florestais: UPM-Kymmene Oyj
48. Produtos pessoais: Unilever NV
49. Farmacêutica: GlaxoSmithKline PLC
50. Serviços profissionais: SGS SA
51. Imobiliária: Dexus
52. Restaurantes e instalações de lazer: Sodexo SA
53. Varejo: Wesfarmers Ltd
54. Semicondutores e equipamentos de semicondutores: ASE Technology Holding Co Ltd
55. Programas de computador: SAP SE
56. Aço: Hyundai Steel Co
57. Serviços de telecomunicações: True Corp PCL
58. Têxteis, vestuário e artigos de luxo: Moncler SpA
59. Tabaco: British American Tobacco PLC
60. Empresas de comércio e distribuidores: ITOCHU Corp
61. Transporte e infraestrutura de transporte: Royal Mail PLC

Metodologia para cálculo do DJSI

As empresas foram selecionadas de acordo com a metodologia da RobecoSAM para Avaliação de Sustentabilidade Corporativa (CSA) e os índices Dow Jones de sustentabilidade (DJSI). Os critérios de pontuação são calculados conforme as seguintes métricas:

Escore Transparência:

  • Divulgação pública sobre direitos humanos.
  • Disponibilidade de informação qualitativa ou quantitativa sobre as maiores contribuições e despesas relacionadas à sustentabilidade.

Escore Desempenho:

  • Pontuação de dados qualitativos e quantitativos baseados em limites predefinidos ou expectativas quanto à Estrutura do Conselho e Avaliação de Direitos Humanos.
  • Pontuação de tendências de desempenho da própria empresa ao longo do tempo – Ecoeficiência Operacional.
  • Pontuação linear do grupo misto – Taxa de Frequência de Lesões com Afastamento de Trabalhadores e Taxa de Turnover dos Empregados.

A Avaliação de Sustentabilidade Corporativa do SAM (CSA) é bastante abrangente quanto às práticas e desempenho das empresas. Anualmente, no mês de março, a RobecoSAM convida mais de 3.500 das maiores empresas do mundo de capital aberto para participarem globalmente da avaliação mediante o preenchimento de questionário detalhado.

Os resultados da avaliação e o índice DJSI são publicados em setembro, após a análise das respostas das empresas, complementadas por pesquisas adicionais realizadas pela RobecoSAM.

O CSA é uma das metodologias de classificação ESG mais antigas do mundo, implantada em 1999. Avalia empresas com base em 80 a 120 indicadores específicos sobre 61 setores tendo por foco as questões econômicas e financeiras, uso de matéria prima, fatores ambientais e sociais relevantes para o sucesso das empresas. O diferencial são as questões sobre assuntos pouco pesquisados em análises financeiras convencionais.

Todos os anos, o CSA passa por rigorosa revisão metodológica, a fim de garantir sua atualidade diante dos tópicos relevantes de sustentabilidade, bem como a inclusão de temas emergentes correlacionados ao longo prazo, muitas vezes de interesse para os investidores. As empresas também são desafiadas em tópicos especiais pouco divulgados.

As classificações ESG derivadas do CSA são usadas para o reequilíbrio anual do índice DJSI e a família de índices ESG S&P Dow Jones (S&P DJI). Os resultados são disponibilizados para investidores, pesquisadores e organizações não-governamentais por meio do S&P DJI e da plataforma de dados da Bloomberg

Os resultados da CSA também são usados para elaboração do Anuário de Sustentabilidade SAM, uma das mais abrangentes publicações anuais sobre sustentabilidade corporativa no mundo.

Leia também

http://157.245.167.88/forum-discute-cooperacao-para-fortalecer-objetivos-de-desenvolvimento-sustentavel/

http://157.245.167.88/governanca-corporativa-e-seus-efeitos-na-melhoria-da-gestao-empresarial/


Editorial GEDAF

Fonte: RobecoSAM AG, Switzerland, acesso em 17 set. 2019. Disponível em: <https://www.robecosam.com/csa/csa-resources/industry-leaders.html>.

Setembro Amarelo – Campanha de Prevenção ao Suicídio

setembro 10, 2019

A campanha de conscientização sobre a Prevenção do Suicídio pretende alertar a população a respeito desse mal silencioso no Brasil e no mundo, divulgando informações para evitá-lo. O movimento ocorre no mês de setembro, desde 2014, por meio de identificação de locais públicos e particulares com a cor amarela e ampla divulgação de informações.

A data 10 de setembro é lembrada como Dia Mundial de Prevenção do Suicídio, estabelecido em 2003 pela Associação Internacional para a Prevenção do Suicídio – IASP e pela Organização Mundial de Saúde – OMS. O objetivo dessa iniciativa é prevenir o ato do suicídio através da adoção estratégias por governos dos países.

A campanha acontece durante todo o mês de setembro em todo o mundo. O slogan “Falar é o melhor remédio” é a chamada pública no Brasil para conscientização sobre a prevenção do suicídio.

No Brasil, a campanha Setembro Amarelo foi inicialmente divulgada em 2014 pelo Centro de Valorização da Vida – CVV, Conselho Federal de Medicina – CFM e Associação Brasileira de Psiquiatria – ABP, as primeiras atividades concentradas em Brasília. A partir de 2015, as ações da campanha foram ampliadas a outras regiões do Brasil.

O CVV é entidade sem fins lucrativos que atua gratuitamente na prevenção do suicídio desde 1962, membro fundador do Befrienders Worldwide e ativo junto ao IASP e Abeps (Associação Brasileira de Estudos e Prevenção do Suicídio) e outros órgãos internacionais que combatem o mal do suicídio.

Estatísticas sombrias sobre o suicídio

  • Cerca de 800 mil pessoas morrem por suicídio todos os anos, equivalente a 1 morte a cada 40 segundos.
  • Para cada suicídio, há muito mais pessoas que tentam o suicídio a cada ano, cerca de 20 pessoas tentam o mesmo caminho.
  • A tentativa prévia é o fator de risco mais importante para o suicídio na população em geral.
  • O suicídio é a segunda principal causa de morte entre jovens com idade entre 15 e 29 anos.
  • 79% dos suicídios no mundo ocorrem em países de baixa e média renda.
  • Ingestão de pesticidas, enforcamento e armas de fogo estão entre os métodos mais comuns de suicídio em nível global.

Cada suicídio é uma tragédia que afeta famílias, comunidades e países inteiros e cujos efeitos são duradouros sobre as pessoas deixadas para trás. O suicídio ocorre durante todo o curso de vida, especialmente entre jovens de 15 a 29 anos de idade.

O suicídio não ocorre apenas em países de alta renda, o fenômeno está em todas as regiões do mundo. Trata-se de grave problema de saúde pública mundial. No entanto, os suicídios podem ser evitados em tempo oportuno a partir de evidências e com intervenções de baixo custo. Para a efetiva prevenção, as respostas nacionais necessitam de ampla estratégia multisetorial.

No Brasil, de acordo com números oficiais, 32 pessoas morrem por suicídio todos os dias, taxa superior às vítimas da AIDS e da maioria dos tipos de câncer. Esse mal silencioso é pouco discutido na sociedade, as pessoas fogem do assunto e, por medo ou desconhecimento, não observam os sinais de que a pessoa próxima está com ideias suicidas.

Suicídio é assunto envolto em preconceitos e falsas crenças. Há três décadas, havia muito preconceito velado contra o câncer, a AIDS e demais doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), apesar do número de vítimas aumentar gradualmente.

Foi necessário o esforço coletivo, liderado por pessoas corajosas e organizações engajadas, para vencer preconceitos, falar abertamente sobre o assunto, esclarecer, conscientizar e estimular a prevenção do suicídio. Segundo a OMS, 90% dos casos de suicídio (9 entre cada 10 mortes) poderiam ser prevenidos através de procura da ajuda e atenção de quem está à sua volta.

Perfil das pessoas em situação de risco

Embora a relação entre distúrbios suicidas e mentais (em particular, depressão e abuso de álcool) esteja bem estabelecida em países de alta renda, vários suicídios ocorrem de forma impulsiva em momento de crise, colapso na capacidade de lidar com os estresses da vida devido a problemas financeiros, términos de relacionamento, dores crônicas e doenças.

Além disso, o enfrentamento de conflitos, desastres, violência, abusos ou perdas e senso de isolamento estão fortemente associados com o comportamento suicida.

As taxas de suicídio também são elevadas em grupos vulneráveis que sofrem discriminação, especialmente: refugiados e migrantes; indígenas; lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros e intersexuais (LGBTI); e pessoas privadas de liberdade.

Contudo, de longe, o fator de risco mais relevante para o suicídio é a tentativa anterior. Aqueles que já tentaram suicidar-se necessitam de atenção ainda maior.

Aprender a lidar e falar sobre o suicídio

Como buscar ajuda se sequer a pessoa sabe que ela pode ser ajudada e que o que ela passa naquele momento é mais comum do que se divulga?

Como é possível oferecer ajuda a algum amigo ou parente se também não sabemos identificar os sinais e muito menos temos familiaridade com a abordagem mais adequada?

Devido a essas e outras questões, a campanha pede que se fale no assunto e que se aborde o problema do suicídio como caso de saúde pública.

Vídeos recomendados: Série CVV/Unicef

Vídeo 1: Como prevenir o suicídio entre jovens

Vídeo 2: O que não fazer na prevenção do suicídio

Vídeo 3: O papel da família na prevenção do suicídio

Material educativo CVV/Unicef

Falando Abertamente sobre Suicídio: folheto voltado para jovens e adolescentes elaborado pelo CVV.

CVV-Falando-Abertamente-2017


Fontes:

OMS. Folha informativa – Suicídio. Folha informativa atualizada em agosto de 2018. Disponível em: <https://is.gd/REh2sC>. Acesso em 10 set. 2019

CVV. Portal Setembro Amarelo. Disponível em: <https://www.setembroamarelo.org.br>. Acesso em 10 set. 2019

GEDAF disponibiliza novas ferramentas para empreendedores

março 5, 2019

O GEDAF, especializado em Finanças, lançou em 05/03/2019 novas ferramentas para empreendedores, voltadas para a gestão de negócios, carreira profissional e ergonomia do trabalho em organizações.

As ferramentas foram desenvolvidas por meio da parceria técnica com a empresa Loxxi Engenharia, responsável pelos procedimentos de coleta, análise e tratamento estatístico das informações.

As novas ferramentas disponibilizadas são as seguintes: 1) Revisão do Currículo Profissional, nas versões VIP e PLUS; 2) Avaliação MBI Esgotamento no Trabalho; 3) Relatório Capacidade de Trabalho, opções de grupos de até 40 empregados.

Algumas ferramentas foram revisadas, de forma a adaptá-las aos novos padrões, entre as quais: Perfil Johari de Relacionamento Interpessoal; Matriz de Competências Empreendedoras (MCE).

Algumas ferramentas são gratuitas, enquanto outras são pagas e podem ser adquiridas na Loja GEDAF, clique aqui para acessar.

Confira abaixo a descrição de todas as ferramentas disponíveis no site GEDAF.

1) Revisão do Currículo Profissional VIP (lançamento)

Serviço de orientação técnica para revisão do currículo, auxiliando empreendedores e profissionais que precisam causar boa impressão.

O pacote VIP de revisão do currículo profissional, mais completo, inclui os seguintes itens:

  • análise do currículo atual fornecido para revisão;
  • identificação de competências específicas para empreendedores e/ou profissionais de carreira;
  • entrevista com duração de 30 (trinta) minutos por Skype ou Whatsapp, horário agendado;
  • dicas sobre estratégias de organização e maior visibilidade do currículo em redes sociais, tais como o LinkedIn;
  • entrega da versão revisada do currículo em documento texto com base nas informações obtidas.

Revisor: Profissional com grande experiência técnica, autor de publicações e empreendedor nas áreas de Engenharia e Finanças.

Público-alvo: Empreendedores, profissionais, e estudantes interessados em melhorar sua apresentação em seleções e oportunidades de trabalho.

2) Relatório de Competências Empreendedoras (atualizada)

Ferramenta de avaliação para reconhecimento das principais características do empreendedor, mediante avaliação individual do seu desempenho individual em teste padronizado.

Metodologia baseada na pesquisa “Âncoras de Carreira”, desenvolvida por Edgar Schein, renomado psicólogo norte-americano e autor de diversas publicações sobre cultura organizacional e dinâmica de carreira.

O teste a ser aplicado avalia 8 competências empreendedoras: 1) Técnica/Funcional; 2) Gerencial Geral; 3) Autonomia e Independência; 4) Segurança e Estabilidade; 5) Criatividade Empreendedora; 6) Dedicação às Causas Sociais; 7) Desafio para Vencer; 8) Estilo de Vida.

Relatório inclui a Matriz de Competências Empreendedoras (MCE), acompanhada por gráficos, quadro numérico da classificação obtida para as competências, e a descrição dos resultados.

Público-alvo: Empreendedores e profissionais que buscam conhecer e desenvolver as competências necessárias ao seu êxito.

3) Perfil Empreendedor MPE (original)

Faça o teste Perfil Empreendedor da Micro e Pequena Empresa, cujos resultados são informados imediatamente após o encaminhamento das respostas. Responda 10 questões para avaliar suas competências no empreendedorismo e verifique sua classificação.

Público-alvo: Empreendedores e profissionais que buscam conhecer e desenvolver as competências necessárias ao seu êxito.

É gratuito, simples e rápido! Descubra seu potencial empreendedor.

Clique aqui para acessar a ferramenta.

4) Relatório Johari de Relacionamento Interpessoal (atualizada)

Avaliação individual do perfil de comunicação interpessoal e relacionamentos em um grupo social. Modelo desenvolvido por Joseph Luft e Harrington Ingham, psicólogos norte-americanos, representado por uma janela dividida em quadrantes, sendo designado por Janela Johari.

Permite entender o quanto o profissional se conhece e como é conhecido pelos outros integrantes do grupo, conforme sua exposição pública. A janela Johari revela os graus de dominância nas relações interpessoais ao nível de feedback frente à auto-exposição, subdividida em quatro áreas: livre (eu aberto); cega (eu cego); secreta (eu secreto); inconsciente (eu desconhecido).

Relatório contendo a representação gráfica da janela de Johari com as áreas divididas em quadrantes, calculadas conforme aplicação do modelo de relacionamento pessoal, e a descrição do perfil.

Público-alvo: Profissionais e empreendedores que participam em grupos, líderes e integrantes de equipes comunitárias, gestores, educadores, e todos aqueles que desejam melhorar seus relacionamentos sociais.

5) Relatório Capacidade de Trabalho em Grupos (lançamento)

Ferramenta para verificação da capacidade de trabalho de um grupo de empregados em uma organização, mediante cálculo de um índice padronizado, denominado Índice de Capacidade para o Trabalho – ICT.

O ICT foi desenvolvido em 1981 por equipe multidisciplinar de psicólogos, médicos, bioestatísticos, epidemiologistas e pesquisadores do Instituto Finlandês de Saúde Ocupacional (Finnish Institute of Occupational Health – FIOH. Atualmente, é adotado por profissionais dos serviços ocupacionais em diversos países, e posteriormente foi adaptado para o Brasil por Tuomi e outros (2005).

O procedimento consiste em cada trabalhador autoavaliar suas condições físicas e mentais, bem como o estado geral da sua saúde e suas perspectivas sobre o trabalho e a vida. Permite delinear o perfil e os riscos ergonômicos do grupo de trabalhadores avaliado, de forma isolada ou coletiva

Aplicável às empresas de qualquer setor econômico (indústria, comércio, serviços) ou porte de negócio (microempresa, pequena, média ou grande).

Relatório técnico, contendo: 1) descrição das atividades da unidade ou célula produtiva; 2) perfil dos trabalhadores; 3) ilustrações com gráficos e quadros numéricos; 4) cálculo do Índice de Capacidade de Trabalho – ICT, ao nível de confiança 95%, para o grupo.

Responsável Técnico: Engenheiro de segurança do trabalho, com registro do serviço junto ao Conselho de Engenharia e Agronomia.

Público-alvo: Gestores de empresas, ergonomistas, e profissionais de Segurança e Saúde do Trabalho.

6) Avaliação MBI Esgotamento no Trabalho (lançamento)

Ferramenta aplicada para detectar o esgotamento no trabalho através do cálculo do índice Maslach Burnout Inventory – MBI (Inventário de Burnout de Maslach, em tradução livre), autoavaliação realizada pelo trabalhador.

A metodologia foi desenvolvida em 1978 pelas pesquisadoras Christina Maslach e Susan Jackson, tendo por objetivo avaliar o Burnout em profissionais dos serviços humanos e de saúde. É considerado o principal índice referenciado internacionalmente. A versão mais recente da metodologia foi adaptada à população trabalhadora em geral.

O MBI não substitui o diagnóstico por psicanalista ou psiquiatra. Contudo, valores mais elevados indicam a necessidade de procurar auxílio desses profissionais.

Relatório completo, contendo os resultados gráficos e numéricos do MBI, evidenciando ou não esgotamento no trabalho.

Público-alvo: Empreendedores ou profissionais que percebam esgotamento no trabalho, ergonomistas, e pessoal de Segurança e Saúde do Trabalho.

Direitos Autorais

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