Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) lançou o Programa Empreendedoras Digitais cujo objetivo é aumentar a participação feminina no ambiente de negócios. Serão capacitadas 300 mulheres em ações de mobilização, educação e investimento.
O programa foi lançado em 8 de março, data de comemoração do Dia Internacional da Mulher, cerimônia realizada em São Paulo. Participaram no evento o ministro Marcos Pontes e diversas autoridades estaduais, municipais e personalidades que atuam na inclusão e desenvolvimento de ações afirmativas para mulheres.
Funcionamento
O Programa Empreendedoras Digitais apoiará o desenvolvimento de empresas de base tecnológica com presença de mulheres, seja na sua fundação e/ou em cargos de liderança e gerará cerca de 30 startups.
Empreendedoras Digitais Etapas – MCTIC
Inscrições
Propostas de todo o Brasil podem concorrer e serão acompanhadas no processo de pré-aceleração onde possam ser impulsionadas e terem negócios organizados ao final do programa. Os projetos escolhidos também receberão premiação. Clique aqui para acessar as inscrições.
O Programa Empreendedoras Digitais é uma iniciativa conjunta do MCTIC e da Financiadora de Estudos e Projetos – FINEP em parceria com a Prefeitura de São Paulo, Agência de Desenvolvimento de São Paulo e execução da Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro – Softex.
O rapper 21 Savage, nome artístico do cantor norte-americano Shéyaa Bin Abraham-Joseph, está promovendo uma iniciativa para ajudar jovens carentes, oferecendo trabalho e educação financeira.
A campanha Bank Account (Conta Bancária, em livre tradução) foi lançada pelo rapper 21 Savage em parceria com as entidades Get Schooled e Juma 21. O título é inspirado na canção Bank Accout, sucesso em 2017, de autoria do próprio músico.
O objetivo é ajudar a educar os jovens a serem financeiramente responsáveis e dar-lhes oportunidades que o rapper não teve em sua adolescência.
Anúncio da Campanha Bank Account
No comunicado à imprensa, divulgado em 7 de março, 21 Savage anunciou que, em conjunto com as organizanações sem fins lucrativos Get Schooled e Juma, o programa Bank Account inicialmente oferecerá 150 empregos para jovens em situação de risco nos Estados Unidos.
Segundo o comunicado, as vagas de trabalho serão ofertadas em empresas locais de esportes e entretenimento. As vagas são destinadas a jovens de 16 a 24 anos que moram em São Francisco, São José, Sacramento, Seattle, Atlanta e Houston. Entre os critérios de seleção há menção ao seguintes:
ter histórico de falta de moradia ou alojamento temporário;
estar inscrito ou ser beneficiário no sistema de assistência social;
ter histórico de passagem por justiça juvenil ou criminal.
Os selecionados terão oportunidades de desenvolver habilidades no trabalho, aprender a administrar o dinheiro e poupar para o futuro. Receberão aconselhamento sobre a carreira, conexões para procurar trabalho mais bem remunerado e qualificação melhor.
Nas diversas etapas do programa, 21 Savage atuará como “Mentor do Dinheiro”, oferecendo aos jovens dicas mensais sobre administração das finanças pessoais e explicando a importância disso para o sucesso na vida.
Assista ao vídeo de recrutamento da organização Juma no qual 21 Savage incentiva os jovens a inscreverem e envolverem em sua campanha:
Motivação de recrutamento da campanha Bank Account da empresa Juma
Inspiração de 21 Savage
A motivação do rapper em ajudar as pessoas carentes tem origem nas dificuldades que ele enfrentou enquanto adolescente e na falta de conhecimento para lidar com o dinheiro na sua vida adulta.
“Apesar de minha música número 1 ser chamada Bank Account [Conta Bancária], eu não sabia quase nada sobre contas bancárias. À medida que fiquei mais inteligente em relação à administração financeira, percebi o quanto é fortalecedor controlar seu dinheiro em vez de ser controlado por ele. Eu quero ajudar as crianças em circunstâncias semelhantes a minha a se tornarem mais preparadas para lidar com o seu dinheiro”.
21 Savage (2019)
Trajetória de sucesso
21 Savage é famoso cantor, compositor e produtor musical que mora em Atlanta, Georgia, nos Estados Unidos. Em 2017, ele lançou seu primeiro álbum de estúdio, Issa Album. Sua canção Bank Account esteve entre as 20 primeiras posições na Billboard Hot 100 – lista de sucessos naquele país, divulgada pela revista Billboard, que avalia as cem músicas mais vendidas a cada semana.
No final de 2017, 21 Savage participou no álbum Rockstar, de Post Malone, sendo indicado em duas categorias no Grammy Awards de 2019. Em dezembro de 2018, ele lançou seu segundo álbum “I Am > I Was” e ficou em primeiro lugar na Billboard 200 por duas semanas consecutivas.
Fonte e imagens: XXL Mag e Get Schooled*, acesso em 09/03/2019. Informações sobre o cantor obtidas na Wikipedia, acesso em 09/03/2019.
Nota:
(*) A Get Schooled foi fundada em 2010 por meio de parceria com a Viacom e a Fundação Bill & Melinda Gates. A missão da entidade é capacitar e engajar os jovens, dar-lhes as ferramentas e inspiração para obter a educação que necessitam para obter sucesso. A Get Schooled recebeu mais de 10 milhões de visitas no seu site, atendendo a comunidade de um milhão de jovens que frequentam cerca de 11.000 escolas de ensino médio e faculdades nos Estados Unidos.
A Federação Brasileira de Bancos – Febraban lançou o livro “Como fazer os juros serem mais baixos no Brasil – Uma proposta dos bancos ao governo, Congresso, Judiciário e à sociedade”. A Febraban é a principal entidade representativa dos bancos brasileiros.
A publicação objetiva estimular o debate social sobre os altos juros bancários cobrados no Brasil, e propor soluções para reduzir as taxas praticadas no sistema financeiro. O livro aborda temas como a concentração bancária, spread, tributação das operações e cheque especial.
A leitura dessa publicação é recomendada para construção de opiniões balizadas sobre o assunto devido à grande insatisfação popular em relação aos juros bancários no Brasil. Vale a pena conferir as propostas ao final do livro para verificar sua aplicabilidade e maior conscientização sobre a regulamentação do sistema financeiro.
Ser técnico não se confunde com ser obscuro. Não é focar o depois da vírgula. Não equivale a se perder em minudências. Não significa recorrer a fórmulas acessíveis somente a poucos iniciados. Nada disso. Propomos apenas uma conversa franca, objetiva, baseada em dados e evidências e delimitada por parâmetros mundiais.
Murilo Portugal, presidente da Febraban (2018)
O livro está disponível em formato digital e poderá ser baixado gratuitamente no site da Febraban.
Resumo da Publicação
O livro foi estruturado em seis capítulos e três apêndices, ilustrado com diversos gráficos e quadros de pesquisas realizadas pela Febraban.
O capítulo 1 mostra que a queda dos juros depende da situação política e macroeconômica de um país e de variáveis microeconômicas. As taxas caem, ou sobem, também em decorrência da conjuntura. No Brasil, desde o segundo semestre de 2016, houve redução expressiva dos juros básicos da economia (Selic), com efeito no custo de captação do dinheiro. Essa redução tem sido repassada para os juros praticados nos empréstimos a pessoas físicas e jurídicas, financiados com recursos não subsidiados.
O capítulo 2 analisa a concentração bancária, as exigências de capital na atividade dos bancos demandam grande volume de recursos financeiros. A concentração no setor bancário do Brasil é considerada moderada segundo padrões mundiais. Além disso, é menor do que a concentração em vários setores intensivos de capital da economia brasileira.
O capítulo 3 aborda a inadimplência, percebida como a principal razão para o elevado spread dos bancos – diferença entre os juros cobrados no empréstimo e a taxa de remuneração paga aos depositantes para captar o dinheiro. Para compensar perdas e os custos associados à inadimplência, os bancos cobram juros maiores de todos os tomadores, sem distinção. Na prática, aqueles que pagam seu empréstimo em dia suportam o ônus dos devedores. A inadimplência também aumentou devido à crise econômica, redução da renda de milhões de brasileiros sem trabalho formal.
No capítulo 4, apontam-se os principais custos administrativos e operacionais do setor bancário no Brasil, considerados mais altos do que aqueles praticados em doze países desenvolvidos e emergentes.
No capítulo 5, discute-se a elevada tributação da intermediação financeira no Brasil e os altos custos regulatórios que impactam o crédito de maneira desfavorável. Os impostos cobrados no país são maiores do que os recolhidos por 15 instituições financeiras em países emergentes e desenvolvidos. A carga tributária sobre o lucro é 45%, somados o imposto de renda (25%) e a CSLL (20%). Há ainda a tributação indireta: o IOF, até 3,38% sobre o valor dos empréstimos a pessoas físicas, e o PIS/Cofins, sobre a receita líquida de intermediação financeira, com alíquota de 4,65%.
No capítulo 6, critica-se a metodologia do Banco Central do Brasil (BCB) para o cálculo da taxa de juros anual do cheque especial e do cartão de crédito, pois não reflete o custo efetivo dessas linhas de crédito, usadas de forma intermitente. No cotidiano, há a utilização temporária e pagamentos mensais de juros, não justificando a cobrança de juros sobre juros no modelo de cálculo do BCB. Além disso, muitos clientes se beneficiam do crédito sem juros por alguns dias do mês, oferecido por alguns bancos. No mundo, as taxas anuais efetivas são a metade das anunciadas pelo BCB.
O livro também é complementado por três apêndices:
seção com 21 propostas para redução dos juros bancários, a serem discutidas com o governo, Congresso, Judiciário e sociedade;
entrevista ao presidente da Febraban, Murilo Portugal, intitulada “É hora de um debate propositivo”; e
glossário de termos e siglas do sistema financeiro.
Ficha Técnica
Título: Como fazer os juros serem mais baixos no Brasil – Uma proposta dos bancos ao governo, Congresso, Judiciário e à sociedade
Foi lançado no Brasil o livro “Misbehaving: a Construção da Economia Comportamental“, escrito por Richard Thaler, ganhador do prêmio Nobel de Economia em 2017. A tradução em língua portuguesa foi publicada em janeiro de 2019 pela editora Intrínseca.
O economista norte-americano Richard H. Thaler recebeu o Prêmio Nobel de Economia em 2017 por suas contribuições à Economia Comportamental, agregando conhecimentos da Psicologia para explicar as decisões humanas quanto às preferências e racionalidade limitada nas escolhas. Thaler é professor de ciências comportamentais e economia na Universidade de Chicago, nos EUA, e pesquisa o assunto desde a década 1970.
Reportagem Euronews sobre a concessão do Prêmio Nobel de Economia a Richard Thaler
“As contribuições de Richard Thaler construíram uma ponte entre as análises econômicas e psicológicas da tomada de decisão individual. Suas descobertas empíricas e ideias teóricas têm sido fundamentais na criação do novo campo da economia comportamental e de sua rápida expansão, que teve um impacto profundo em muitas áreas de pesquisa e de política econômicas.”
Trecho do comunicado divulgado pela Academia Sueca de Ciências em 2017
Um dos assuntos mais complexos e fascinantes em Economia é o estudo do comportamento humano na tomada de decisões que influenciam o funcionamento do mercado e o próprio desenvolvimento pessoal. A racionalidade limitada prevalece nas escolhas, não sendo possível explicar a Economia em termos dos pressupostos clássicos de modelos racionais.
O desenvolvimento de qualquer economia é resultado do conjunto de decisões dos agentes econômicos individuais. Há muitos anos, havia o pressuposto de que essas ações eram realizadas de maneira 100% racional. Os modelos econométricos utilizados estão baseados no comportamento racional e previsível dos agentes econômicos. Os estudos de Thaler lançam dúvidas sobre a validade desses modelos, pois seriam inadequados.
O livro Misbehaving permite compreender comportamentos que propiciam tomar decisões mais inteligentes para realização pessoal e financeira. O estudo da imprevisibilidade humana afeta as realizações na vida, negócios e governos, transformando assim a visão sobre o mundo.
A publicação traz vários exemplos interessantes, abrangendo as altas apostas do mercado financeiro e os condicionamentos no momento de escolha das refeições. O autor descreve de forma agradável os principais conceitos da Economia Comportamental. Trata-se de leitura essencial para entender a importância da abordagem do comportamento humano na evolução do pensamento econômico.
A publicação poderá ser adquirida nos formatos impresso ou digital (e-book), cujos preços aproximados são, respectivamente, R$ 60,00 e R$ 35,00.
Ficha Técnica
Título: Misbehaving: A Construção da Economia Comportamental
Tradução: George Schlesinger
Formato(s): livro (23 x 15,6 x 2,4 cm) ou e-book
Páginas: 448
Editora: Intrínseca
Edição: 1a. (22 de janeiro de 2019)
Idioma: Português
Referências
EURONEWS. Reportagem sobre a concessão do Prêmio Nobel de Economia a Richard Thaler. Acesso em 24/02/2019.
RICHARD H. THALER. Misbehaving: a Construção da Economia Comportamental. Editora Intrínseca. Acesso em 24/02/2019.
Inadimplência atinge 25 milhões de brasileiros com até 37 anos de idade. Quatro em cada dez brasileiros endividados estão nessa faixa etária.
Estudo inédito realizado pela ANBC (Associação Nacional dos Bureaus de Crédito) revelou que a inadimplência por faixa etária e o valor médio da dívida por pessoa em cada grupo analisado da população brasileira. A pesquisa é baseada nos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.
Perfil de endividamento dos brasileiros
Na Geração Z, de zero a 21 anos, cuja população total é 13,8 milhões, o endividamento alcança 32% do grupo. Em números absolutos, são 4,4 milhões de endividados. O valor médio da dívida por pessoa é R$ 1.676,00.
Na faixa etária de 22 a 37 anos, geração denominada Millennials, a qual concentra 51,5 milhões de pessoas, o endividamento é elevado. Nesse grupo, o percentual de endividados é 40%, ou seja, 20,6 milhões de pessoas. A dívida média pessoal é R$ 3.737,00, mais do que o dobro verificado para a geração Z.
No grupo etário de 38 a 53 anos, denominado Geração X, ocorre o maior percentual de inadimplência e valor médio por pessoa. Constituído por 44,6 milhões de brasileiros, esse grupo apresenta 42% de endividados, ou 18,6 milhões de pessoas. A dívida média pessoal desse grupo é R$ 5.351,00.
No grupo etário de 54 a 72 anos há redução do nível de inadimplência, que passa a ser igual a 34%. Essa faixa totaliza 31,9 milhões de pessoas, sendo 10,9 milhões inadimplentes. A dívida média pessoal é R$ 5.418,00.
No grupo de 72 a 89 anos, formado por 8,5 milhões de pessoas, há 2,9 milhões ou 34% de inadimplentes. O valor médio da dívida pessoal é menor do que a faixa anterior, atingindo R$ 3.824,00.
A geração mais idosa, com mais de 90 anos, é composta por cerca de 732 mil pessoas, sendo que 247 mil estão endividadas. A dívida média por pessoa é R$ 2.721,00.
A situação das pessoas com mais de 72 anos e idade é reflexo da necessidade de auxiliar financeiramente com a aposentadoria outros integrantes da família, incluindo filhos e netos.
Gráfico – Número absoluto de pessoas e endividados por grupo etário (ANBC, 2019)
Inadimplência no Brasil
Atualmente, há mais de 60 milhões de brasileiros em situação de inadimplência. A pior crise econômica enfrentada pela nação nos últimos 30 anos contribuiu bastante para essa situação.
O endividamento das famílias é um dos maiores problemas econômicos do Brasil, restrição de crédito a taxas de juros reduzidos na aquisição de bens e serviços à prazo. Essa falta de crédito comprometem a dignidade humana e a inserção no mercado de trabalho.
A pesquisa da ANBC mostra que a condição de não pagamento dos compromissos financeiros é mais preocupante para as gerações mais jovens, visto que se tornam consumidores com alto grau de endividamento.
As duas gerações da população mais jovem do país totalizam 65,3 milhões de pessoas. Na faixa etária de até 37 anos há 25 milhões de pessoas endividadas, representando 38% do total. Em relação ao contingente total de 60 milhões de brasileiros endividados, a proporção aumenta para 42% . Significa dizer que para cada dez brasileiros endividados, mais de quatro pertencem às gerações Z e Millennials.
Elias Sfeir, presidente da ANBC, avalia que vários fatores explicam essa situação de inadimplência dos mais jovens. “A carência de educação financeira e de mentalidade de poupança é comum a todas as gerações e estimula a situação de inadimplência. Para os mais jovens, a escassez de emprego e a dificuldade de acesso ao ensino agravam o cenário de inadimplência”.
Sfeir ponderou também as consequências do consumismo. “Itens como tênis, celulares e notebooks são constantemente trocados pelo último modelo lançado. Não há orçamento que aguente tantos gastos. Esse comportamento de compra compulsivo e irracional é mais forte entre os jovens”, comenta.
O jovem escritor cuiabano Érico Debesaitis Metzner, de 14 anos, lançou o livro “Smart Sonho” no qual apresenta conceitos simples e práticos do planejamento financeiro para execução de projetos e sonhos, voltado ao público jovem. Ele destaca os investimentos de tempo e planejamento na vida financeira impactam diretamente nas mudanças dos indicadores econômicos do país.
O mais jovem escritor de finanças pessoais do país
Érico aprendeu a administrar seu dinheiro aos 6 anos, quando começou a receber uma semanada. Daquela época até os dias atuais, ele conquistou no mínimo um sonho por ano. Aos 11 anos lançou “Como Conquistar Seu Próprio Dinheiro” e, aos 12, publicou “Din-Din o jogo do Dinheiro”, sendo esse último na Bienal Internacional do Livro de São Paulo. Aos 14 anos lançou “Smart Sonho: Objetivo definido, sonho realizado”, edição bilíngue.
O autor faz palestras em vários locais do Brasil e direcionadas a diversos públicos, contando sua história, orientando a escolhas inteligentes e a programar os seus objetivos. O autor planeja lançar “Smart Sonho” nos Estados Unidos, “Smart Sonho” está com turnê de divulgação marcada para janeiro de 2019.
Assista a entrevista de Érico Metzner no programa “Dengo de Mãe, publicada em 05/11/2018.
Público jovem é afetado por índices de endividamento
Segundo a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), cerca de 19% dos jovens brasileiros, entre 18 a 24 anos, estão endividados. Na faixa dos 25 a 29 anos, esse número cresce para 46%. Juntos, esses dois grupos possuem mais de 12,5 milhões de pessoas podem estar com sérias dificuldades financeiras.
Falar sobre dinheiro desde cedo pode contribuir na mudança desse cenário de endividamento a médio prazo. “Falar de dinheiro para crianças e jovens vai além de ensinar a poupar. Até mesmo o ‘guardar dinheiro’ precisa ter foco, estar vinculado a um sonho, ou perde sua finalidade. Cada sonho, objetivo ou meta tem que ser planejado, sendo primordial manter a motivação na execução dos planos”, afirma Érico.
Segundo o jovem autor, o livro “Smart Sonho” pode ser até mesmo a rotina de vida diária. “Um sonho não precisa ser algo material – um carro, um apartamento, começa com pequenas realizações e evolui para todo um conceito de vida. Desde morar sozinho, fazer uma faculdade e até mesmo constituir uma família exige um planejamento específico de aspectos econômicos, sociais e profissionais. Se isto estiver claro, o foco é outro e a caminhada já começa com o planejamento de um futuro mais consistente”, explica ele.
Educação financeira
O livro de Érico a educação financeira como base para o empreendedorismo, trabalhando hábitos que, além da realização de sonhos, previnem o endividamento e estabelecem uma relação saudável com as finanças desde cedo.
Em paralelo às atividades de escritor, palestrante e blogueiro, Érico é estudante do 9º ano na Escola do Farina, e também monitor e praticante do Supera, Ginástica para o Cérebro. Sidney Farina, diretor da escola, apoia iniciativas desse tipo em complemento às atividades do ensino. “O aluno deve aprender usar o conhecimento adquirido na sala de aula para evoluir promover a evolução”, destaca Farina.
Érico Metzner também mantém o Blog do Érico – www.blogdoerico.com, destaque entre as iniciativas com gratuidade ao público que receberam o selo ENEF – Estratégia Nacional de educação Financeira 2018/2020, do Comitê Nacional de Educação Financeira (CONEF).
Como adquirir o livro
O livro custa R$ 30 e é vendido por meio do endereço eletrônico [email protected] e enviado com frete grátis para todo o Brasil.
A Serasa Consumidor, startup da Serasa Experian, promove a segunda edição da seleção “Emprego dos Sonhos”, inscrições podem ser realizadas até 28 de outubro de 2018. O candidato aprovado nessa iniciativa receberá uma remuneração anual de R$ 100 mil mais pacote de benefícios. O trabalho envolve pesquisar e organizar ideias inspiradoras através de visitas a várias escolas no Brasil, contribuindo para que a educação financeira esteja cada vez mais familiar aos estudantes.
O livro Empreendedorismo, Sustentabilidade e Inovação no Brasil reconhece ideias de valor e apresenta uma análise teórica e prática dos projetos vencedores em todas as 10 edições do Prêmio Ozires Silva, no período 2006 a 2016. Read more
A Semana Nacional de Educação Financeira (Semana ENEF) é uma iniciativa do Comitê Nacional de Educação Financeira (CONEF) para promover ações de educação financeira no país. A quinta edição ocorrerá de 14 a 20 de maio de 2018. O GEDAF apoia esse importante projeto educacional e convida seus membros a participarem das atividades. Read more
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