Dicas financeiras do GEDAF para compra consciente na Black Friday

novembro 24, 2021

O GEDAF preparou dicas financeiras para orientar consumidores sobre a compra consciente na Black Friday.

Apesar de a Black Friday oferecer bons descontos nesta época do ano, é preciso muita cautela para evitar endividamento ou golpes de criminosos.

O consumidor precisa ter em mente que o comércio faz diversas promoções anualmente e sempre haverá novas oportunidades para adquirir produtos e serviços. Além disso, os lançamentos futuros podem agregar novas características em condições mais vantajosas do que as existentes no mercado.

Portanto, adiar a compra pode ser a decisão mais sensata, especialmente quando há limitações de orçamento.

1 – Avalie suas reais necessidades, compre apenas itens essenciais

Evite fazer compras por impulso ou atração de ofertas em anúncios sedutores. Compre apenas itens essenciais ou que não comprometem seu orçamento a médio ou longo prazo.

Se seu orçamento financeiro tem pequena folga para gastos, avalie a possibilidade de adiar a compra até que sua situação financeira melhore. Considere o orçamento disponível como a diferença entre as receitas e as despesas, calculado mensal e anualmente.

Mesmo que exista sobra de recursos em alguns meses, é preciso considerar o orçamento anual, avaliando se as receitas cobrem todas as despesas durante o ano.

Se estiver endividado além do limite da sua receita mensal atual, não faça compras adicionais, mesmo que vantajosas. Primeiro, quite suas dívidas antes de assumir novos compromissos.

Cuidado também com a sedução da “oportunidade única”, argumento comum dos comerciantes para apressar consumidores indecisos a realizar compra.

Dica Black Friday Consciente nº 1: Não faça gastos desnecessários contando com receitas futuras e incertas. Priorize o equilíbrio financeiro do seu orçamento anual, evite assumir novos compromissos se sua receita for pequena ou insuficiente.

2 – Liste os itens que deseja comprar e estabeleça o orçamento base

Levante todos os itens que deseja comprar e as respectivas especificações. Verifique se podem ser enquadrados no orçamento disponível, seu teto de gastos.

Estabeleça limites máximos ou estimativa do quanto pode gastar com cada item, priorize aqueles conforme critérios que julgar mais relevantes.

Substitua ou altere itens na sua lista, considerando especificações ou modelos mais simples, com menor custo de aquisição. Simplifique para economizar, se possível.

O orçamento base para a lista de compras deve ser definido de acordo com sua disponibilidade financeira, evitando utilizar reservas para emergências.

Dica Black Friday Consciente nº 2: Defina os itens mais importantes para a lista de compras e respeite o teto de gastos do seu orçamento pessoal.

3 – Evite endividamento em cartões de crédito por longos períodos

Uma estratégia muito utilizada por vendedores é a divisão da compra em várias parcelas de pequeno valor que cabem no bolso do consumidor. É a famigerada “parcelinha”.

Contudo, nas compras parceladas, o limite do cartão será parcialmente comprometido durante vários meses. O saldo disponível será progressivamente liberado até a quitação de toda a dívida.

Assim, se você precisar fazer novas compras em valor superior ao saldo disponível no cartão, será obrigado a recorrer a outra linha de crédito com juros mais altos. Se houver imprevistos e você não quitar a fatura mensal, haverá cobrança de juros elevados, taxas de 10% ou mais ao mês.

Parcelar a compra em muitas vezes pode gerar dificuldades na gestão das suas finanças. É sempre preferível o pagamento à vista, desde que oferecido bom desconto. Se não for possível, parcele a compra em, no máximo, até 6 (seis) vezes, evitando assumir dívidas por longos períodos.

Dica Black Friday Consciente nº 3: Compre à vista e não utilize o cartão de crédito para acumular e rolar dívidas de consumo por longos períodos.

4 – Verifique a reputação do vendedor e atendimento ao consumidor

Para evitar decepções, verifique a reputação do vendedor e o atendimento oferecido ao consumidor. Prefira comprar em lojas reconhecidas ou indicadas por pessoas confiáveis.

Desconfie de promoções com margens muito altas ou preços muito abaixo da média do mercado. Geralmente são indicativas de fraudes ou golpes.

Faça pesquisas na internet, digite o nome do vendedor no Google ou outro buscador. Verifique se há notícias sobre reclamações ou denúncias de golpes. Pesquise também comentários de consumidores nas redes sociais.

A reputação de vendedores pode ser consultada no site ReclameAqui – Clique Aqui. Esse site é o principal utilizado para registrar e consultar reclamações de consumidores. Pesquise pelo nome do vendedor, analise as reclamações sem solução ou não respondidas, e a nota da avaliação dos reclamantes.

Verifique se a empresa oferece garantias e informa prazos de entrega, troca ou devolução, exigências do Código de Defesa do Consumidor.

Todo site deve exibir o CNPJ da empresa ou o CPF da pessoa responsável, e informar o endereço físico da loja ou o endereço eletrônico para contato. Lojas virtuais também devem possuir o canal do Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC).

Dica Black Friday Consciente nº 4: Conheça a reputação do vendedor e avalie as garantias oferecidas, especialmente na primeira compra.

5 – Fique atento à segurança dos dados e confira as informações

Nunca utilize computadores de acesso público ou sites com páginas não seguras para fazer compras.

Confirme se a barra do navegador mostra o endereço da loja virtual iniciando com https:// . Clique no cadeado exibido no canto da barra de endereço ou no rodapé da tela e verifique se aparece a mensagem “conexão segura”. Caso negativo, não realize a compra.

Evite abrir links de anúncios de vendedores desconhecidos que enviam mensagens por e-mail ou aplicativos de celular – Whatsapp e Telegram.

Criminosos enviam chamarizes com falsas ofertas em sites adulterados ou números de telefone direcionados. Jamais forneça dados pessoais sensíveis como CPF e o número do cartão de crédito para acessar cupons de desconto, prêmios ou brindes fantásticos.

Não efetue o pagamento antes de confirmar as informações do vendedor e as características dos produtos e serviços que deseja adquirir.

É preferível pagar com cartão de crédito. Se possível, utilize o modelo virtual com geração aleatória de código de segurança para maior proteção do usuário.

Não pague boletos e não faça transferências eletrônicas sem registro do número do pedido para identificação e posterior acompanhamento.

Dica Black Friday Consciente nº 5: Proteja seus dados pessoais sensíveis, não abra links de anúncios com ofertas mirabolantes de vendedores desconhecidos.

Fonte: GEDAF Finanças e Empreendedores, publicado em 24.11.2021.

Pix alcança recorde de 112 milhões de usuários no primeiro ano

novembro 19, 2021

Pix alcançou recorde de 112 milhões de usuários no primeiro ano do seu lançamento. Banco Central do Brasil divulgou resultados e anunciou novidades em evento comemorativo. Confira também as dicas de segurança.

As expressões “Faz um Pix” e “Aceita Pix?” já se tornaram usuais para os brasileiros. Desde 16 de novembro de 2020, pagamentos instantâneos podem ser realizados com segurança em qualquer local com internet.

Estatísticas do Pix

Conforme a base de dados do Sistema de Pagamentos Brasileiros, organizada pelo Banco Central, em outubro de 2021, estavam cadastrados 112,6 milhões de usuários do Pix. Desse total, 105,2 milhões são Pessoas Físicas e 7,4 milhões são Pessoas Jurídicas.

Em outubro de 2021, o estoque de chaves alcançou 348 milhões, sendo 334 milhões de chaves das Pessoas Físicas e 14 milhões de chaves das Pessoas Jurídicas.

Entre novembro de 2020 e outubro de 2021, o número de transações Pix liquidadas mensalmente passou de 27,6 milhões para 979,9 milhões. No mesmo período, o montante dessas transações aumentou de R$ 25,09 bilhões para R$ 502,1 bilhões por mês.

A quantidade de operações no Pix superou a de outros meios tradicionais como transferências interbancárias TED/DOC, cheque, boleto, cartão pré-pago e débito direto na conta. Atualmente, o total de transações Pix é inferior apenas ao realizado em cartões de débito e de crédito.

Avaliação do Banco Central

O Pix ampliou o acesso ao meio de pagamento eletrônico. Contribuiu para inclusão financeira no momento em que a economia ainda sofre os impactos da pandemia Covid-19.

A população passou a usar o Pix de forma intensiva. Ele trouxe mais praticidade e segurança aos cidadãos ao reduzir o custo, gerar oportunidades para as empresas, incentivar pagamentos eletrônicos no contexto de digitalização de negócios e eficiência do mercado.

O Banco Central apurou que o público de 45,6 milhões de pessoas que não haviam feito transferência eletrônica interbancária TED nos 12 meses anteriores ao lançamento do Pix e o usaram pelo menos uma vez como pagador. Desse total, 33,9 milhões passaram a utilizar o Pix de forma exclusiva.

Devido ao Pix, o Brasil se tornou o país que adotou meios de pagamento instantâneo de forma mais rápida e inclusiva no mundo. O Pix recebeu diversas premiações, destacando-se na academia Ibest (categoria Governo), o 25º Concurso de Inovação no Setor Público, a Seleção Mobile Time 2021 e o Fintech Regtech Global Awards 2021.

O sucesso do Pix é resultado do trabalho conjunto das equipes do Banco Central e de todas as instituições participantes. A inovação tecnológica e a regulamentação oficial são fatores essenciais para essa inovação.

Novidades do Pix

Desde o lançamento do Pix, o Banco Central aperfeiçoa suas funcionalidades para viabilizar a realização de pagamentos de forma prática e segura, instantânea e a custo reduzido.

Em 2021, foram lançadas funcionalidades tais como pagamentos após vencimento, mediante cálculo automático de juros e multa, melhorias na usabilidade e gestão do limite de aplicativos, mecanismos adicionais para a proteção dos usuários por bloqueio cautelar e devolução do Pix.

1 – Cobrança agendada

Lançada em maio de 2021, a funcionalidade Pix Cobrança substitui o boleto bancário. O pagamento instantâneo por meio de código QR (versão do código de barras) fotografado com a câmera do celular.

Em julho de 2021, começou a ser ofertado o Pix Agendado para cobranças em data futura. Em setembro, essa funcionalidade passou a ser obrigatória para todas as instituições financeiras.

2 – Prevenção a assaltos e fraudes

O Banco Central adotou medidas para prevenção de assaltos e sequestros relâmpago. A partir de 1º de novembro as transações noturnas com Pix passaram a ser limitadas até R$ 1 mil entre 20h e 6h. Além disso, os usuários podem solicitar ao seu banco a alteração do limite.

O novo mecanismo para devolução do Pix por suspeita de fraude ou falha do sistema está vigente desde 16 de novembro de 2021. O usuário pagador que for vítima de golpe deverá entrar em contato com seu banco de relacionamento e solicitar o bloqueio cautelar.

A instituição em que o fraudador tem conta ou a instituição do cliente poderão abrir a notificação de infração. Assim, a instituição do fraudador bloqueará os recursos por até 72 horas. Aberta a notificação, ambas as instituições têm esse prazo para analisar. Se confirmada a fraude, haverá a devolução dos recursos. O usuário recebedor da transação original será notificado sobre o bloqueio dos recursos e a efetivação da devolução, caso autorizada.

3 – Saque e Troco

Em 29 de novembro de 2021 estarão disponíveis as funções Pix Saque e Pix Troco. Na primeira, o usuário poderá sacar em comércios e terminais compartilhados ou na sua própria instituição financeira. Na função Pix Troco, ao pagar a compra, o cliente poderá fazer o Pix equivalente à soma da compra e do saque, recebendo a diferença em espécie. O extrato bancário especificará as parcelas da compra e do saque recebido como troco.

O Banco Central estabeleceu as regras de cobrança das tarifas bancárias e os benefícios para os estabelecimentos comerciais que aderirem aos serviços. Até o limite de oito saques por mês, não haverá tarifas para Pessoas Físicas, incluindo os empresários individuais.

As tarifas do Pix serão cobradas das instituições financeiras, não sendo repassadas ao consumidor ou comerciante. O estabelecimento comercial que disponibilizar as funções Saque ou Troco receberá a tarifa por transação efetivada, entre R$ 0,25 e R$ 0,95, conforme negociação com sua instituição de relacionamento.

As funcionalidades Saque e Troco melhoram a circulação monetária, reduzem custos das operações e aumentam a segurança para o usuário do Pix. A infraestrutura bancária também será otimizada, mais enxuta, em relação à gestão de terminais eletrônicos.

4 – Outras inovações

A partir de 29 de novembro de 2021, serão gradualmente disponibilizados pela rede varejista o checkout, pagamento com o aparelho de telefone próprio do cliente por proximidade ao sensor.

O Banco Central está analisando outras funcionalidades. Uma delas é o pagamento sem conectividade à internet, democratizando ainda mais o uso do Pix e viabilizando seu uso em locais sem acesso ou instabilidade do sinal.

Recomendações de segurança para transferências Pix

O usuário do Pix deve ter os mesmos cuidados de outros meios eletrônicos. O Banco Central faz as seguintes recomendações:

  1. Na tela de confirmação da transação, seja o pagamento por QR Code ou chave Pix, certifique-se de que o beneficiário do recurso é realmente a pessoa ou a empresa que receberá o valor.
  2. Realize transações Pix somente em ambientes logados com internet segura.
  3. Jamais compartilhe senha ou dados pessoais com terceiros, proteja as informações da sua conta e o dispositivo eletrônico (computador, tablet ou celular).
  4. Não abra links não solicitados que chegam por e-mail, aplicativos (whatsapp e telegram) e SMS.
  5. Não transfira imediatamente valores a pedido de amigos ou parentes quando receber mensagens suspeitas em aplicativos (whatsapp e telegram), principalmente para conta de outras pessoas. Telefone antes para a pessoa e confirme se ela realmente fez o pedido.

Outra dica valiosa, nas compras de valor mais alto é preferível usar o cartão de crédito ou débito, pois o estorno é mais rápido e fácil.

Fonte: Banco Central do Brasil, evento comemorativo Revolução Pix, 16 Nov. 2021.

Banco Central facilitará consulta de saldos a devolver em contas

junho 3, 2021

Banco Central do Brasil (BCB) facilitará consulta de saldos a devolver disponíveis em contas de instituições financeiras, a partir de dezembro de 2021.

A Resolução BCB n° 98, editada em 01.06.2021, estabeleceu o Sistema de Informações de Valores a Receber (SVR) e o compartilhamento de dados pelas instituições financeiras sobre montantes a devolver para pessoas naturais e jurídicas – clique aqui para acessar.

O SVR entrará em operação em dezembro de 2021, permitindo a pessoas e empresas consultarem eventuais saldos relativos à:

  • contas encerradas de depósitos em moeda nacional;
  • contas encerradas de pagamento pré-paga e pós-paga;
  • contas de registro mantidas por sociedades corretoras ou distribuidoras de títulos e valores mobiliários, operações de clientes encerradas;
  • tarifas cobradas indevidamente, não devolvidas ou sujeitas à devolução em decorrência de acordos com órgãos reguladores, de fiscalização e controle;
  • parcelas ou obrigações relativas às operações de crédito cobradas indevidamente, não devolvidas ou sujeitas à devolução por exigência de órgãos reguladores, de fiscalização e controle;
  • cotas de capital e rateio de sobras líquidas de beneficiários e participantes de cooperativas de crédito;
  • recursos não procurados relativos a grupos de consórcio encerrados; e
  • outras situações de valores a devolver reconhecidas pelas instituições.

As informações sobre saldos a devolver, cuja responsabilidade é exclusiva das instituições financeiras, deverão ser encaminhadas ao BCB a partir de 1º de outubro, mensalmente. Os grupos de consórcio estão dispensados, pois já enviam dados sobre recursos residuais a cada trimestre.

Valores a serem devolvidos aos cidadãos totalizam R$ 8 bilhões

O Banco Central estima que os valores residuais totalizam R$ 8 bilhões a serem devolvidos. Esse montante significativo pode contribuir na retomada da atividade econômica pós-pandemia.

Muitas pessoas desconhecem os montantes residuais que possuem nas instituições financeiras. A falta de informação ou a expectativa de valores baixos desmotivam a procura das instituições com as quais tiveram ou mantém relacionamento.

O objetivo do Valores a Receber é facilitar a comunicação entre instituições e clientes e auxiliar a devolução de forma mais rápida, cômoda e segura.

As instituições, responsáveis pela devolução dos valores, participarão do SVR nas condições do termo de adesão junto ao BCB.

Além das informações de valores a devolver, as instituições deverão informar os montantes efetivamente devolvidos após a entrada em funcionamento do SVR.

Processo de devolução monitorado pelo BC

Atualmente, o sistema Registrato do Banco Central permite consultas de relatórios financeiros das pessoas físicas, incluindo empréstimos e financiamentos, contas em bancos, informações de chaves Pix, e outros.

O Registrato utiliza a base de informações remetidas periodicamente pelas instituições ao Banco Central, disponíveis no cadastro de Clientes do Sistema Financeiro (CCS).

A consulta aos saldos a devolver registrados no SVR também será realizada por meio de acesso no Registrato.

O SVR possibilitará a solicitação de devolução de valores disponíveis, após autenticação do interessado e confirmação de dados bancários. As pessoas naturais e jurídicas poderão indicar a chave Pix para crédito em conta de sua titularidade.

A equipe Cidadania Digital no Departamento de Atendimento Institucional (Deati) relatou que o Banco Central vai monitorar as instituições e a efetividade das devoluções realizadas.

Fonte: Banco Central do Brasil, publicada em 01.06.2021.

Guia aborda Educação Financeira para Idosos

fevereiro 22, 2021

O guia Educação Financeira para Idosos objetiva ajudar as aposentados e pensionistas a tomarem decisões mais conscientes de consumo, ampliando seu conhecimento sobre direitos e medidas de proteção.

Clique aqui para baixar o guia ou acesse no site oficial da Previdência Social.

A publicação foi elaborada pela Secretaria de Previdência, vinculada ao Ministério da Economia do Brasil. Destina-se aos aposentados e pensionistas do Regime Geral de Previdência Social – RGPS, a partir dos 60 anos de idade.

A iniciativa do governo federal faz parte da estratégia de redução do elevado endividamento de pessoas idosas, especialmente a contratação de empréstimos com juros mais altos.

O material educativo foi redigido com linguagem simples e acessível a qualquer nível de instrução. Aborda conceitos básicos de educação financeira, gestão de benefícios, algumas modalidades de crédito, informações sobre direitos.

Orienta para a prevenção de golpes, fraudes e práticas abusivas que induzem as pessoas idosas a contraírem empréstimos.

Dicas práticas para economizar

O guia esclarece como eliminar desperdícios em casa e economizar nas compras em supermercado e farmácia, nos transportes urbanos, refeições em restaurante, lazer e imposto de renda.

A pessoa idosa pode requerer o benefício da aposentadoria junto ao INSS, sem custo e sem necessidade de contratar advogados.

O empréstimo consignado é a opção mais vantajosa para quem precisa tomar crédito. No caso de maior endividamento, é possível acionar diversos canais para negociação de dívidas e limitação de cobranças abusivas.

Proteção contra abusos e fraudes

Em situação de abuso financeiro, a pessoa idosa poderá denunciar no Disque 100 (ligação gratuita e anônima) ou procurar órgãos especializados para atendê-lo.

Por medida de segurança, os idosos devem evitar fornecer senhas para pessoas estranhas, principalmente por telefone ou e-mail. Todos os cartões de banco inutilizados devem ser destruídos.

É importante desconfiar de ofertas vantajosas e fáceis, evitando tomar decisões imediatistas ou contratar empréstimos. É preciso ter atenção para evitar endividamento, especialmente a opção do crédito consignado.

Em caso de perda, roubo ou fraude, o idoso precisa comunicar o INSS, número 135, e registrar a ocorrência na delegacia mais próxima.

Importância da Educação Financeira

A educação financeira é fundamental para assegurar a liberdade e qualidade de vida para as pessoas idosas. Além de receberem sua aposentadoria sem intervenção de terceiros, os idosos devem ser capazes de controlar e utilizar seu dinheiro da melhor forma possível.


Fonte: Ministério da Economia, acesso em 22.02.2021.

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Diamante 21 - Mastermind Financial Group

Diamante 21 – Mastermind Financial Group

Plataforma aberta Pi permite diversificar investimentos

fevereiro 12, 2021

A plataforma aberta Pi Investimentos permite diversificar opções e isenta usuários de taxas de administração.

Usuários podem se cadastrar de forma gratuita e visualizar os produtos oferecidos sem ter conta ativa. Não há taxa de adesão à plataforma, nem de manutenção da conta.

A Pi Investimentos é empresa de tecnologia em finanças (fintech), fundada em 2019. Faz parte do grupo Santander, uma das maiores instituições financeiras do mundo.

A plataforma utiliza computação na nuvem, controles de acesso e defesa contra ataques virtuais – clique aqui para cadastrar.

Programa de Pontos Pi

A Pi Investimentos devolve aos clientes parte do lucro obtido nas operações por meio do programa de pontos.

Segundo a empresa, a devolução (cashback) é viável devido ao modelo digital do negócio.

Não há remuneração de agentes autônomos para gestão de carteiras, reduzindo os custos da plataforma.

Dessa forma, os pontos podem ser convertidos em dinheiro na conta para resgate ou reaplicação.

Diversificação de Investimentos

A plataforma Pi oferece grande variedade de produtos para todos os perfis e orçamentos.

Há mais de 380 opções de ativos financeiros a serem escolhidos em quatro modalidades:

1) Fundos de ações, multimercado e cambiais, e outros: cesta de diversos investimentos sob a administração de gestor, patrimônio coletivo de vários investidores.

2) Renda fixa: aplicação com resgate previsível, associada aos indicadores CDI, IPCA ou taxa Selic.

3) Tesouro Direto: títulos públicos do Tesouro Nacional, considerados ativos de baixo risco.

4) Carteiras prontas sob a forma de fundos de fundos (FoFs): diversificam os investimentos e poupam o trabalho de escolher os ativos individualmente.

As opções de investimentos são exibidas no formato semelhante ao de e-commerce. O cliente pode acessar a ficha com detalhes e fazer download dos materiais do ativo.

A plataforma mostra o desempenho de cada fundo nos últimos 12 meses. É possível aplicar filtros por risco, rentabilidade, taxa de administração e aplicação mínima.

A Pi Investimentos busca simplificar e facilitar aplicações pela internet, sem burocracia. Dessa forma, o usuário é estimulado a desenvolver o hábito de investir.

É possível começar com quantias menores, fazendo aplicações com R$ 30 (trinta reais).

Análise do GEDAF

O Editorial GEDAF testou a plataforma Pi e verificou as opções e filtros para escolha de ativos.

O cadastro na plataforma é simples e rápido. O usuário não precisa validar a conta para acessar as opções de investimento.

O sistema da Pi oferece bons recursos para visualizar ativos nos grupos Renda Fixa, Carteira, Fundos de Investimentos e Tesouro Direto.

Utilizando filtros, o investidor pode selecionar ativos mais adequados ao seu perfil. Os filtros são exibidos na margem direita do painel do sistema.

A seleção por filtros é limitada a apenas um critério por vez para ativos da mesma classe. Não é possível aplicar diversos critérios simultaneamente.

O sistema Pi não mostra o rating, a nota do gestor do ativo, atribuída por agências de classificação de risco. Esse indicador é exibido em outras plataformas.

Todo investidor tem objetivos a curto ou longo prazo (vencimentos) e disposição de aceitar riscos em fundos com maior rentabilidade.

Rentabilidade alta no passado não é garantia de retorno futuro. Há fundos cuja rentabilidade negativa implica em rateio do prejuízo para o investidor.

Considerações finais

Apesar de a plataforma Pi ser simplificada e aberta, pode não ser vantajosa para investidores mais qualificados.

Assim, antes de utilizar soluções desse tipo, é recomendável que o investidor procure conhecer as opções disponíveis no seu próprio banco ou corretora.

Exemplificando, há vários anos a aquisição de títulos do Tesouro Direto é isenta de taxas administrativas em muitos bancos e corretoras. A menor aplicação aceita pelo Tesouro é R$ 30. Portanto, a isenção de taxas e a aplicação mínima nessa modalidade não são novidade ou exclusividade da Pi Investimentos.

Educação Financeira é essencial para se utilizar qualquer plataforma digital. Caso contrário o investidor poderá obter resultados insatisfatórios.

É louvável toda inovação tecnológica para estimular e facilitar investimentos. Porém, é preciso ser seletivo para fazer melhores escolhas.


Fonte: Pi Investimentos, acesso em 11.02.2021. Colaborou o especialista em gestão financeira Rone Antônio de Azevedo

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Diamante 21 - Mastermind Financial Group

Diamante 21 – Mastermind Financial Group (GEDAF, 2021)

Pesquisa revela aumento de famílias endividadas em 2020

fevereiro 7, 2021

A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) revelou que, em 2020, o total de famílias endividadas no País alcançou 66,5%.

Esse é o maior resultado da média anual da série histórica, com início em 2010, refletindo os impactos negativos da pandemia decretada em março de 2020.

Apesar da elevada taxa de desocupação no mercado, a adoção de medidas como o benefício emergencial e estímulo ao crédito permitiram manter algum nível de consumo pelas famílias.

Em 2020 houve redução dos juros (Selic) para 2,00% ao ano, o menor patamar da história, e a inflação ao consumidor (IPCA) ficou limitada a 4,52% ao ano. Essas condições possibilitaram às famílias melhores alternativas de contratação e renegociação de dívidas.

A redução dos juros e a recomposição de parte dos rendimentos evitaram maior comprometimento médio da renda das famílias.

Indicadores em 2020

Os indicadores das famílias brasileiras tiveram o pior desempenho em 2020 em relação aos anos anteriores.

A média anual de famílias com contas ou dívidas em atraso atingiu 25,5%.

O percentual de famílias sem condições de pagar seus atrasos corresponde a 11,0%.

A parcela média da renda das famílias comprometida alcançou a média anual de 30% em 2020 devido ao pagamento mensal das dívidas

O tempo médio de comprometimento alcançou 7,2 meses em 2020.

A proporção das famílias que relataram estar muito endividadas alcançou 27,5%.

O maior comprometimento de renda foi acompanhado de maior percepção das famílias quanto ao seu nível de endividamento.

Composição das dívidas

O cartão de crédito foi o tipo de dívida mais citado pelas famílias brasileiras em 2020, por 78% daquelas que disseram ter dívidas, na média anual.

Em segundo lugar, o carnê foi apontado por 16,8% das famílias e, em terceiro, o financiamento de carro, por 10,7%.

Esse aumento reflete a maior participação de dívidas com prazos mais longos de pagamento, como crédito consignado, carnês, e financiamentos de carro e casa.

Perfil das famílias endividadas

As famílias brasileiras apresentam diferenças relevantes de endividamento em função da sua faixa de renda.

O maior incremento ocorreu para as famílias com até 10 salários mensais de renda, equivalente a R$10.450,00. Esse grupo também apresentou maior aumento da inadimplência em 2020.

Na faixa de até 10 salários, as modalidades de prazo mais longo e custo mais baixo foram menos citadas entre os tipos de dívidas.

Na faixa de renda acima de 10 salários, o financiamento de carro e de casa ocuparam, respectivamente, o segundo e o terceiro lugares.

Em 2020, cresceu em ambas as faixas a parcela das famílias que citou o financiamento imobiliário entre seus principais tipos de dívida, em relação a 2019.

O financiamento de veículos aumentou a participação nas dívidas das famílias com até 10 salários e retração para o grupo com renda superior.

Sobre a PEIC

Desde janeiro de 2010, a Peic Nacional é apurada mensalmente pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo – CNC.

A coleta de dados é realizada em todas as capitais dos Estados e no Distrito Federal, com cerca de 18 mil consumidores.

Os principais indicadores da Peic são:

  • Percentual de famílias endividadas nas modalidades cheque pré-datado, cartões de crédito, carnês de lojas, empréstimo pessoal, prestações de carro e seguros;
  • Percentual de famílias com contas ou dívidas em atraso;
  • Percentual dos que não terão condições de pagar as contas ou dívidas em atraso no próximo mês e, que, portanto, permanecerão inadimplentes;
  • Nível de endividamento: muito, mais ou menos, e pouco endividados;
  • Tipos de dívida: cartão de crédito, cheque especial, cheque pré-datado, crédito consignado ou pessoal, carnês, financiamento de carro e de casa, e outros;
  • Tempo de atraso no pagamento, nos prazos de até 30 dias, de 30 a 90 dias e mais que 90 dias; e
  • Tempo de comprometimento com dívidas: até três meses, de três a seis meses, de seis meses a um ano, e maior do que um ano.

O acompanhamento desses indicadores permite analisar a capacidade de endividamento e tendências de consumo futuro, e os reflexos do crédito na economia brasileira.


Fonte: CNC, acesso em 05.02.2021. Acesse a íntegra dos resultados da Peic – clique aqui.

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Diamante 21 - Mastermind Financial Group

Diamante 21 – Mastermind Financial Group

 

Open Banking mudará sua vida financeira

fevereiro 2, 2021

O Banco Central do Brasil apresentou o projeto Open Banking (Sistema Financeiro Aberto).

A divulgação ocorreu no evento “Open Banking: entenda o que é e como poderá ajudar na sua vida financeira”, realizado em 1º de fevereiro. Participaram o presidente Roberto Campos Neto e o diretor de Regulação Otávio Damaso.

Campos Neto afirmou que “O Open Banking está para o sistema financeiro como a internet está para a sociedade. Os benefícios serão visíveis ao longo dos próximos meses e anos”.

A iniciativa faz parte das soluções do Banco Central para modernizar o sistema financeiro. Outros projetos relacionados são o Pix, sistema de pagamentos instantâneo, e a modernização da legislação cambial.

Empoderamento do consumidor

O Open Banking empodera o consumidor enquanto titular e proprietário dos seus dados cadastrais e financeiros. O novo modelo permitirá que transfira essas informações para outra instituição, a qualquer momento, em busca de melhores serviços a preços mais baixos.

Dessa forma, haverá inversão da geração de valor das instituições financeiras baseada no controle de informações cadastrais dos seus clientes. Esse benefício passará a ser revertido para quem é proprietário e disponibiliza os dados, ou seja, o consumidor.

O projeto Open Banking foi concebido a partir de boas práticas internacionais. O Banco Central incorporou as melhores soluções com resultados positivos em outros países. Dessa forma, o processo regulatório foi alinhado ao sistema jurídico brasileiro.

Diferenciais do Open Banking

As principais vantagens do Open Banking para consumidores e instituições financeiras são:

  1. Integra serviços financeiros às diferentes experiências digitais dos clientes, facilitando a contratação em plataformas, de forma ágil e segura.
  2. Entrega de serviços customizados aos diferentes perfis de clientes em função dos interesses, objetivos e necessidades de cada grupo.
  3. Melhora a assistência financeira ao planejamento das famílias e das empresas;
  4. Aumenta a transparência e favorece o ambiente de negócios mais inclusivo na medida em que reduz ou precifica de forma mais eficiente a assimetria de informações do sistema financeiro.
  5. Estimula a criação de novos modelos de negócios e de relacionamento entre as instituições participantes do Open Banking, seus clientes e parceiros.

Fases de Implementação

O Open Banking será implementado de forma gradual, em quatro fases. A primeira fase iniciou em 1º de fevereiro de 2021.

O projeto completo deverá ser concluído no final de 2021. Abrangerá contas e transferências, cartões de crédito, seguros, planos de previdência privada e investimentos.

O Banco Central acredita que a iniciativa continue a evoluir após a implementação de todas as fases, devido ao envolvimento do próprio mercado.

O Open Banking contribuirá para novas soluções de mercado e novos modelos de negócio baseados no compartilhamento de serviços.


Fonte: Banco Central do Brasil, publicado em 01.02.2021.

Qual seu nível atual de Educação Financeira?

Descubra rapidamente seu nível de Educação Financeira para alcançar resultados melhores em suas finanças e conquistar objetivos pessoais.

Clique na figura abaixo ou no título para acessar e saber mais sobre essa ferramenta do GEDAF.

Autoteste de Educação Financeira

Autoteste de Educação Financeira EF1 - GEDAF

Investimentos demandam maior controle das finanças pessoais

janeiro 26, 2021

Investimentos demandam maior controle das finanças pessoais. Muitas pessoas desejam ser investidores(as), mas enfrentam limitações para escolher as opções mais adequadas.

Atualmente, há grande disponibilidade de dicas de investimentos em sites, redes sociais e canais de vídeos. Contudo, a qualidade dessas informações é bastante desigual e nem sempre confiável.

A educação financeira auxilia a preencher as lacunas e corrige as distorções.

Tenha propósitos definidos

Quem investe precisa ter clareza de propósito sobre os objetivos a alcançar em determinado período da vida. Investir sem compromisso é semelhante a comer por gula ou comprar coisas sem necessidade, apenas por consumismo ou vaidade.

É muito importante acompanhar com frequência a evolução dos investimentos realizados. Há pessoas que simplesmente investem e esquecem, perdendo oportunidades de lucro em momentos de alta do mercado ou acumulando prejuízos por longos períodos.

Dica 1: Reserve tempo para cuidar do seu dinheiro investido, busque extrair mais informações junto aos bancos e corretoras.

Conheça os riscos dos ativos

Em Finanças não existe certo ou errado, há basicamente boas e más escolhas em função das circunstâncias pessoais e da conjuntura econômica. E, geralmente, quanto maior o retorno do investimento tanto maior será o risco de perdas.

Procure entender os riscos envolvidos e verifique se está disposto a aceitar perdas por desvalorização dos ativos selecionados. Analise também prazos de liquidação, impostos e outros aspectos que vão impactar o resultado final.

Ainda não inventaram bola de cristal ou Inteligência Artificial capazes de prever oscilações bruscas de valores dos ativos financeiros. Basta constatar que, antes de 2020, nenhum analista renomado previu a pandemia do Coronavírus e seus efeitos nos mercados.

É fato que analistas deixam de recomendar bons ativos e priorizam outros que pouco ou nada valorizam. Nesses casos existe o viés de preferência por ativos com os quais eles estão mais habituados a negociar.

Influenciadores sem certificação financeira atraem pessoas leigas para treinamentos com promessas de ganhos elevados. Contudo, eles nada perdem se errarem, pois não é o dinheiro deles que será aplicado. Logo, o risco será seu!

Você pode se tornar o patinho do mercado caso os ativos recomendados desvalorizem ou tenham retorno insignificante.

A Comissão de Valores Mobiliários – CVM, órgão regulador e fiscalizador da bolsa no Brasil, está mais vigilante em relação às promessas enganosas de ganhos irreais.

De qualquer forma, cuidado com a sedução exacerbada por notícias ou recomendações de compra com ganhos exponenciais. Não faça experimentos com seu dinheiro!

Dica 2: Desenvolva senso crítico sobre recomendações para aquisição de ativos. Em regra, não compre ativos que você não entenda a lógica de mercado e restrições de compra e venda.

Seja excelente gestor das suas finanças

Invista somente a quantia que sobrar após pagar suas contas. Jamais se endivide ou comprometa seu orçamento para fazer investimentos.

Evidentemente, se você não tem orçamento elaborado, terá maior dificuldade de fixar quanto poderá investir e a disponibilidade atual.

Deming, fundador da moderna Qualidade Total, proferiu a mais poderosa sentença sobre a importância dos dados para tomar decisões:

“Não se gerencia o que não se mede, não se mede o que não se define, não se define o que não se entende, e não há sucesso no que não se gerencia”

William Eduards Deming  (1900-1990, EUA)

Você precisa ter dados registrados para gerenciar suas finanças! Esses dados são basicamente sequências de transações monetárias que se repetem com regularidade. Conheça o histórico de operações e desenvolva seu planejamento.

Dica 3: Verifique seu orçamento, analise suas receitas e despesas. Monitore o fluxo de caixa, entradas e saídas de valores, e a evolução do seu saldo em contas.

Solidez das finanças pessoais

É essencial que suas finanças tenham base sólida, semelhante às fundações de arranha-céus. Essas grandes estruturas são projetadas para suportar tempestades de grande intensidade e abalos sísmicos. As fundações têm a finalidade de transferir esforços atuantes na estrutura e distribuí-los no solo.

Reflita sobre as seguintes questões:

  • Você tem sido bom gestor do seu dinheiro?
  • Está endividado ou comprometeu boa parte da sua renda com gastos supérfluos ou desnecessários?
  • Qual a sua cobertura média das despesas, geração de renda passiva e acúmulo de reservas para emergências?

Para responder de forma assertiva, você precisa analisar os números do seu orçamento. Várias ferramentas podem auxiliar você a planejar e controlar suas finanças pessoais. As soluções usuais envolvem anotações em cadernos ou meios tecnológicos – programas e aplicativos de celular.

O aplicativo Sistema Newton de Gestão Financeira Pessoal 2021 permite fazer lançamentos e consultas por categorias de receita e despesa. Calcula o fluxo de caixa e os indicadores de desempenho das finanças por titular, mostrando em painéis e gráficos interativos.

Saiba mais sobre o Sistema Newton 2021clique aqui.

Dica 4: Desenvolva o hábito de registrar com regularidade suas receitas e despesas. Escolha boas ferramentas para facilitar esse controle.

Considerações finais

Este artigo apresentou algumas orientações gerais sobre investimentos, compatibilizando propósitos e finanças pessoais bem estruturadas.

Planejamento e controle do orçamento são a chave da construção de finanças sólidas, permitindo melhorar a capacidade de investimento.

Assuma o controle das suas finanças para tomar boas decisões de investimento.


Editorial GEDAF, 2020, elaborado por Rone Antônio de Azevedo, especialista em finanças com registro profissional.

GEDAF lança Guia Prático de Finanças Pessoais 2021

janeiro 16, 2021

GEDAF lançou o Guia Prático de Gestão das Finanças Pessoais 2021 com diversas dicas de planejamento e controle do orçamento.

Aprenda a lidar com dificuldades usuais na gestão das suas finanças pessoais. O guia apresenta a demonstração completa da elaboração do orçamento de receitas e despesas em 2021 para a família de executiva com dependente e animal de estimação.

A publicação aborda de forma didática as etapas do levantamento de informações, a construção dos mapas de finanças da família, a modelagem do fluxo de caixa do orçamento e resposta às perguntas frequentes. O exemplo analisado revela que a falta de planejamento das finanças pode levar a déficits acumulados por endividamento.

As soluções no guia são acompanhadas passo a passo no Sistema Newton 2021, aplicativo em Excel desenvolvido pelo GEDAF. O sistema possibilita realizar diversas análises e simulações financeiras de forma prática e rápida. Oferece poderosos recursos gráficos e indicadores de desempenho em painel com velocímetros.

O Sistema Newton poupa muito tempo e dinheiro no planejamento das suas finanças pessoais. A versão 2021 já está disponível na Loja GEDAF, conheça os recursos e características.

Acesso gratuito ao Guia Prático

Baixe gratuitamente o eBook Guia Prático de Finanças Pessoais 2021 e receba um presente especial.


Editorial GEDAF, publicado em 15.01.2021.